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História do Rádio : Das Experiências Iniciais à Era do Rádio

  • Foto do escritor: bastidoresdasradios
    bastidoresdasradios
  • 4 de nov. de 2021
  • 3 min de leitura

Objetivos

  • Entender a história do rádio, apontando para as suas características iniciais e os elementos estruturantes de sua história;

  • Conhecer os principais pontos da trajetória inicial do veículo sonoro até a sua consolidação como um dos principais recursos de comunicação do País.

Contextualização Iniciaremos esta Unidade refletindo sobre o impacto que o veículo sonoro ainda possui para a população brasileira. A penetração do rádio no contexto nacional é significativa, afinal, praticamente todos os lares brasileiros possuem tal dispositivo, seja conjugado em aparelhos como o telefone celular, no carro, em recursos múltiplos. Essa “presença” do rádio, no entanto, não supera a penetração da televisão como o principal veículo de comunicação do País dos dias atuais, mas o torna a mídia mais “acessível” em qualquer momento e local, dividindo a atenção com outras tarefas cotidianas, tal como o ato de dirigir, por exemplo. Aqui, cabe uma observação sobre a importância de se conhecer a história desse veículo e os mecanismos que garantiram a sua “presença” nos dias atuais e na memória afetiva de sua audiência.

Sobre esse assunto, leia o seguinte trecho do texto O rádio: em números (Brasil), com dados fornecidos pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert):


Estamos em expansão! Todos os meses aparecem mais rádios nos dials de várias regiões brasileiras, além do aumento no investimentos no setor. O rádio continua sendo o veículo de maior penetração nos lares e veículos brasileiros. Acompanhe o estudo mais recente sobre o meio.


A seguir um texto e números extraído do material da assessoria da ABERT (Associação Brasileira de Rádio e Televisão (2005 - 2011 / período comparativo)


O mercado rádios comerciais FM cresceu 36% nos últimos cinco anos. Em 2005, o total de emissoras outorgadas era de 1.915 e, em 2010, alcançou a marca de 2.602. No mesmo período, as receitas do rádio cresceram 18,5% em termos reais (crescimento total menos a taxa de inflação). A análise histórica do período de 10 anos revela números ainda mais expressivos: a quantidade de emissoras FM passou de 1.322 em 2000 para 2.602 em 2010, um aumento de 97%.


Os dados fazem parte do estudo, divulgado pela Abert. A pesquisa, consolidada pela entidade, traz os indicadores mais recentes do setor divulgados pelas principais instituições de pesquisa e órgãos oficiais do país.


Entre 2009 e 2010 o aumento do setor comercial de rádio FM foi de 7,3%. Já a quantidade de rádios comerciais AM cresceu de forma mais discreta nos últimos cinco anos. De 2005 a 2010 foram outorgadas 79 emissoras. Somando as rádios comunitárias (4.193) e as rádios educativas (465), o setor de rádio no Brasil alcança marca de 9.184 emissoras.


O dado mais recente sobre a taxa de penetração do rádio no país (2009) mostra que 87,9% dos domicílios brasileiros têm rádio. Esse índice pode ser ainda maior por conta das novas mídias como Ipod’s e celulares que agregam o serviço, observa o presidente da Abert, Emanuel Carneiro (detalhes a seguir).


Celulares e players fortalecem o meio


Para se ter ideia, em 2010, havia 202,9 milhões de aparelhos celulares nos país, dos quais 36% estavam equipados com rádio, um total de quase 75 milhões de receptores. “Isso tudo sem considerar Ipod’s, MP3, MP4, entre outros aparelhos. Esses dados não constam das estatísticas do IBGE”, aponta Carneiro. “Vale ressaltar que, a partir de meados dos anos 90, a indústria praticamente parou a fabricação de aparelhos de rádio. Entretanto, o setor continuou crescendo. Isso quer dizer que, ao contrário do que muitos pensam, o rádio continua pujante e as novas mídias agregaram valor ao serviço”, afirma.


O rádio e sua força nos veículos automotivos


Outra informação importante e que não é incluída nas pesquisas é a quantidade de carros que possuem rádio. A frota brasileira de automóveis em 2010, por exemplo, era de 29,9 milhões de veículos. Ao considerar que 80% desse total possui aparelho de rádio, são incorporados mais 23,9 milhões de receptores de rádio à vida dos brasileiros, diz Carneiro.


Rádios menores são maioria


O estudo também revela que as pequenas rádios são maioria no país. As rádios de potência de 1KW, por exemplo, representam mais de 50% do total de rádios AM, em populações com até 150 mil habitantes. A mesma tendência vale para as rádios FM. Somando rádios comerciais e comunitárias, as emissoras de potência menor ou igual a 10KW representam 96% do total das emissoras.


As taxas de penetração do rádio por região mostram um índice mais elevado na Região Sul, com 93,4%, e o menor é da Região Norte, com 75,6% de casas com aparelhos. Na área rural, 17,7% dos municípios brasileiros não têm acesso ao serviço. Os dados revelam que algumas regiões do país sofrem uma realidade de exclusão social e que a radiodifusão continua com potencial para expandir e alcançar a população excluída.


Fonte: Assessoria de Comunicação da Abert


 
 
 

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